30 de outubro de 2026
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Receita Federal apreende carga irregular avaliada em R$ 250 mil em hotel de Foz do Iguaçu
Fiscalização na Vila Portes encontrou cerca de 500 ampolas de medicamentos emagrecedores, além de celulares e perfumes. Ninguém foi preso

Uma fiscalização de rotina da Receita Federal terminou na retenção de uma carga de mercadorias suspeitas de contrabando e descaminho em um hotel na região da Vila Portes, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. A ação foi realizada na quarta-feira (28), por volta das 17h, e resultou na apreensão de produtos avaliados em aproximadamente R$ 250 mil.
Durante a fiscalização, os servidores localizaram cerca de 500 ampolas de medicamentos emagrecedores, além de celulares e perfumes. Segundo a Receita Federal, parte das mercadorias tinha como destino final o estado de São Paulo.
Os produtos foram retidos para os procedimentos legais. Apesar da quantidade e do valor estimado da carga, ninguém foi preso durante a operação.
Caso será encaminhado ao Ministério Público Federal
De acordo com a Receita Federal, será enviada uma representação fiscal para fins penais ao Ministério Público Federal (MPF), para as providências cabíveis.
A retenção das mercadorias ocorreu no contexto de ações de fiscalização realizadas em estabelecimentos hoteleiros da região da Vila Portes, área de Foz do Iguaçu que recebe intenso fluxo de visitantes e está próxima à fronteira com o Paraguai.
Combate ao comércio irregular
Em nota, a Receita Federal destacou que ações desse tipo fazem parte do trabalho de combate ao contrabando, ao descaminho e à circulação de produtos irregulares.
Segundo o órgão, as fiscalizações buscam proteger a economia nacional, defender os consumidores e reduzir os prejuízos causados ao comércio formal. A iniciativa também tem como objetivo impedir que mercadorias sem a devida regularização cheguem ao mercado, especialmente quando podem representar riscos à saúde pública.
A presença de medicamentos emagrecedores entre os produtos retidos chama a atenção para a importância do controle sobre a circulação desses itens, devido aos possíveis riscos associados ao uso de produtos de procedência irregular.
A Receita Federal reforça que operações de fiscalização contribuem para a segurança da população e para a prevenção de danos econômicos, sanitários e ambientais.
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